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GREVE SUSPENSA NO DF, PROFESSORES E ESTUDANTES AGUARDAM RETORNO DO GOVERNO

A greve dos professores da rede estadual foi suspensa hoje (2) no Distrito Federal (DF), ficando sob estado de alerta até o dia 14 de junho, quando ocorrerá assembleia geral para verificar o cumprimento dos termos do acordo negociado com as autoridades. Nos 52 dias de paralisação, os estudantes estiveram ao lado dos profissionais de educação, indo às ruas em apoio às reivindicações e compondo a frente de luta da classe que, desde o início, busca diálogo com o governo. Veja mais aqui.

A suspensão da greve é resultado de um acordo, no qual o governo se compromete, entre outros pontos, a elevar o valor do abono saúde de R$ 110 para R$ 200, a partir de junho. Desde o primeiro momento, os estudantes participaram ativamente do acordo buscado pelos profissionais de educação, realizando inúmeras atividades conjuntas com a classe, levando às ruas do DF a irreverência da juventude.

Segundo o diretor da UBES-DF, Matheus Dinis, a greve sinaliza a necessidade de diálogo entre o governo do DF e os profissionais de educação, para que haja melhorias no ensino oferecido nas escolas. “Sem aula, claro que os estudantes são os mais prejudicados, mas apoiamos para que o nosso governo tome alguma atitude a favor dos nossos professores”, defende o jovem. “A UBES também esteve presente, ao realizar no final de março uma caminhada no centro de Brasília, reunindo jovens, professores e toda sociedade entorno das bandeiras em defesa da educação no DF”.

A paralisação sofreu forte repressão, quando no último dia 20, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) considerou a greve dos professores abusiva e determinou que 80% da categoria retornasse ao trabalho aplicando multa diária de R$ 45 mil, caso o percentual de funcionários não fosse cumprido.

Mais uma vez, diversos estudantes de diversas cidades, grêmios e escolas permaneceram firmes em defesa dos professores, fazendo parte do acampamento dos professores no sexto andar do anexo do Palácio do Buriti, no último dia 26. Com cerca de 100 professores, secundaristas e universitários, um grupo se alojou no local onde fica a Secretaria de Administração para pressionar o GDF a reavaliar as contrapropostas apresentadas pela categoria. Horas depois o grupo desocupou o prédio, aguardando agora a assembleia que discutirá as pautas em questão.

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