UBES

ESTUDANTES GOIANOS DE OLHO NA GREVE!

O ano letivo nas escolas da rede estadual de ensino em Goiás encerra o mês de fevereiro ainda em greve, a classe aguarda a resposta do secretário estadual de Educação, Thiago Peixoto, que recebeu em reunião com representantes do movimento estudantil, as pautas reivindicadas pelos estudantes. O governador Marconi Perillo afirmou que deve se encontrar com professores nesta terça-feira (28), quando já completa 23 dias de paralisação 

Na expectativa de que as pautas sejam atendidas, a presidente da União Goiana dos Estudantes Secundaristas de Goiás (UGES), Jéssica Wuiner, afirma que já existe um “plano B” para seguir com as mobilizações caso não haja acordo entre o governo.

“Estamos em constante mobilização, e caso nenhuma ação seja tomada de imediato, ou não obtermos uma resposta positiva em nossas pautas já reivindicadas, faremos uma ocupação com montagem de palco, levando professores para dar aula ali mesmo, na rua”. Segundo Jéssica, a ideia é incomodar os “poderosos” e atiçar ainda mais a curiosidade da sociedade sobre os acontecimentos da greve, “a data ainda não foi divulgada por questão de segurança, já que a UGES vem sofrendo várias repressões policiais”, afirma a presidente.

GREVE GERAL 
Os estudantes se uniram à luta dos professores que protestam contra o novo Plano de Cargos e Salários definido pela Secretaria Estadual de Educação (Seduc), tendo em discussão a retomada da titularidade, a valorização profissional, respeito ao plano de carreira e reestruturação da carreira dos servidores administrativos. Veja também as demais pautas dos estudantes aqui.

No início da paralisação, antes mesmo de ser legalizada, a greve na educação de Goiás, atingia 70% das escolas na capital e 80% no interior, de acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação em Goiás (Sintego), enquanto isso, a presidente da UGES, afirma que com a legalização da greve o número de escolas que apóiam as mobilizações aumentou: “Temos em Goiás algumas diretorias com medo de ter seu ponto cortado, algumas delas até mesmo retornaram às aulas, mas sem dúvidas, a legitimação da greve fortaleceu as mobilizações. Desde que foi legalizada a ação dos estudantes e dos professores, mais escolas tem aderido aos atos de protesto, principalmente no interior”.

RESISTÊNCIA EM DEFESA DA EDUCAÇÃO
A última grande mobilização aconteceu no dia 09, quando foi realizada manifestação que reuniu vários colégios, entre eles o Lyceu de Goiânia, Instituto de Educação de Goiás, Colégio Universitário, Ary Ribeiro, Pedro Gomes, Castelo Branco e alguns estudantes do Colégio Militar Polivalente Modelo, entre outros. Da diretoria executiva da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), esteve o diretor Lucas Chequetti; também o secretário do governo que atende por Guto, com quem na data da manifestação, esteve em reunião recebendo as pautas do movimento estudantil.

Se engana quem acha que os estudantes e professores estão de braços cruzados; os jovens goianos que já foram chamados de “cara pintadas” permanecem organizados para que as informações cheguem à toda população. Os líderes de cada escola são responsáveis por passar informações e manter todo movimento estudantil integrado nos acontecimentos. A mobilização permanece forte entre os jovens que acompanham os grêmios estudantis nas ações a favor da greve, realizando ainda plenárias com os estudantes sobre as bandeiras do movimento estudantil na luta em nome da educação.

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