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Juventude é destaque em missão do CMP à Palestina

Os jovens mais presentes em manifestações à fovor de direitos.

 DA  CEBRAPAZ
Durante a série de encontros realizada pela delegação do Conselho Mundial da Paz (CMP), que está em missão na Palestina, o presidente da Federação Mundial da Juventude Democrática (FMJD), Tiago Vieira, ressaltou o papel dos jovens na denuncia da ocupação do território do povo Palestino por parte do governo de Israel.
“A juventude da FMJD está em campanha pelo direito do povo Palestino ao seu estado Soberano, como uma conquista de toda a humanidade. O apoio e a solidariedade a causa do Povo Palestino é definitivo”, declarou o presidente da FMJD, entidade reconhecida pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Ele expressou o apoio e solidariedade da juventude à luta do povo da Palestina pelo reconhecimento como membro das nações unidas, ressaltando, também, a importância da unidade das forças progressistas para derrotar o imperialismo e a conquistar a paz.
Já a presidente do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes, afirmou que a ocupação do território do povo Palestino se dá com a aplicação de uma política de genocídio, a utilização dos assentamentos ilegais, de prisões de milhares de palestinos em constante violação ao direito internacional. Ela lembrou que o apoio à causa tem crescido em diversas partes do planeta.
“Todas as forças progressistas do mundo repudiam e condenam essas ações. O apoio a causa Palestina tem se ampliado, exemplo disto são as manifestações de apoio ao reconhecimento como membro da ONU, por todo o mundo, inclusive, no Brasil”, disse Socorro Gomes.
Ela lembrou, ainda, que a vitória na Palestina é a vitória de todos os povos do mundo vítimas das mesmas potencias imperialistas capitaneadas pelos Estados Unidos. “A garantia do direito do povo Palestino ao seu Estado livre e independente é fundamental para a conquista da Paz”, enfatizou a líder pacifista.
A presidente do CMP apontou a responsa bilidade da ONU de cumprir com suas resoluções desde a 181, da partilha, em 1947, que resultou pela força das armas na ocupação e no martírio do povo Palestino.

Dados atuais

Segundo informações obtidas pelo grupo do CMP, atualmente são 5.800 presos, sendo 250 menores de 18 anos, 34 mulheres, 21 membros do conselho legislativo (parlamento). Mais de cem prisioneiros estão detidos em solitárias como o presidente do parlamento – recluso há dois anos em solitária.
O muro erguido em torno do petroleo descoberto em território Palestino já tem 820 quilômetros de extensão. Nos últimos dias, 500 árvores foram queimadas e 5 aldeias atacadas em represália a ida à ONU. A água também está sendo controlada.
Relatos de membros do parlamento chamaram a atenção para a semelhança das ações de Israel com o apartheid na Africa do Sul. Além disso, denunciaram os acordos militares de diversos países com Is rael, que já é o terceiro maior exportador do mundo em armas.
O grupo presente na Palestina é composto por 12 organizações, de 10 países, pertencentes a três continentes.

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